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No ano de 1999, Canduta tocava numa banda com 11 músicos chamada Cia Instrumental, e Débora foi convida a fazer uma participação especial, com esse grupo, num show no Sesc Paulista.

Na descida da serra, decidiram montar um trabalho juntos.

 

Um pouco depois, Canduta convidou-a para duas apresentações no Sesc Bertioga, ainda sem o nome Choro de Bolso, começava aí o trabalho da dupla.

Canduta era da turma do Jazz, Débora da turma do Choro, mas a empatia foi imediata,

e a troca de experiências foi enriquecedora para os dois.

 

Acabaram montando um trio, o Choratta, juntamente com o violinista Edmur Vianna, nesse trio, experimentaram a mistura entre erudito, choro e jazz, que seria a base de tudo o que fariam mais pra frente.

 

Passados alguns anos, e muitas apresentações do Trio, foram convidados a tocar na Livraria Realejo, em Santos, mas com o formato de duo, que nunca deixaram de utilizar, surge então o Choro de Bolso, o menor regional do mundo!

 

E lá se vão, desde a estreia na Realejo, 11 anos de muito trabalho, muitos shows, muito choro e samba.

Mergulharam na pesquisa sobre as origens do Choro,

e como resultado desse trabalho, acabaram por realizar oficinas de choro por todo o Estado de São Paulo.

 

Em 2015 lançaram, em parceria com Julinho Bittencourt, o CD “Os Choros, Sambas e Canções que a gente mesmo faz”.

Músicas autorais e cantadas.

 

Para o primeiro semestre de 2017, o Choro de Bolso prepara o lançamento do segundo CD, que se chamará “Entidade”, também será todo autoral, mas instrumental.